Prontuário eletrônico
Registro digital das informações clínicas do paciente — histórico médico, consultas, exames e prescrições. Substitui as fichas em papel, trazendo mais segurança, organização e acessibilidade aos dados de saúde.
Registro digital das informações clínicas do paciente — histórico médico, consultas, exames e prescrições. Substitui as fichas em papel, trazendo mais segurança, organização e acessibilidade aos dados de saúde.
Métrica calculada a partir de dados objetivos do paciente — IMC, hábitos de vida, histórico familiar e condições preexistentes — que ajuda o profissional a estratificar risco e priorizar ações preventivas.
Aplicação de tecnologia e análise de dados para apoiar o raciocínio clínico. Reúne ferramentas que organizam informações, identificam padrões e geram insights a partir do histórico do paciente, sem substituir a decisão do profissional.
Registro contínuo do estado de saúde do paciente ao longo do tempo. Documenta mudanças no quadro clínico, resposta a tratamentos e novas queixas — essencial para a continuidade do cuidado.
Coleta sistematizada de informações do paciente durante a consulta, seguindo um roteiro padronizado que cobre queixa principal, histórico patológico, familiar, social e revisão de sistemas.
Documento que sintetiza o quadro de saúde do paciente — resumo clínico, diagnósticos, condutas adotadas e plano de acompanhamento. Serve para comunicação entre profissionais e orientação ao paciente.
Prática de serviços médicos à distância por meio de tecnologia. Inclui teleconsultas, telediagnóstico e telemonitoramento, ampliando o acesso a cuidados de saúde sem a presença física do paciente.
Suspeita clínica formulada a partir da anamnese, do exame físico e de dados complementares. É o ponto de partida da investigação diagnóstica e orienta os próximos passos do atendimento.
Conjunto de ações e decisões que o profissional adota para o manejo do paciente: prescrição de medicamentos, solicitação de exames, orientações de hábitos de vida e encaminhamentos a especialistas.
Processo de classificar pacientes em diferentes níveis de risco clínico para priorizar ações preventivas e terapêuticas, com base em idade, comorbidades, hábitos de vida e resultados laboratoriais.
Área da medicina voltada à prevenção de doenças e à promoção da saúde: identificação de fatores de risco, rastreamento precoce, vacinação e orientação sobre hábitos saudáveis.
Convergência entre tecnologia e cuidados de saúde — prontuários eletrônicos, telemedicina, wearables, inteligência artificial médica e plataformas de gestão clínica que melhoram eficiência e qualidade do atendimento.
Capacidade de diferentes sistemas de informação trocarem dados de forma padronizada e segura, permitindo que informações clínicas sejam compartilhadas entre profissionais e instituições.
Prática clínica que integra a melhor evidência científica disponível com a experiência do profissional e as preferências do paciente para a tomada de decisão.
Documento que descreve as ações de tratamento e acompanhamento definidas pelo profissional para o paciente: medicações, exames de controle, orientações comportamentais e datas de retorno.
Uso de modelos de inteligência artificial capazes de gerar textos, resumos clínicos, relatórios e sugestões de conduta a partir de dados do paciente, apoiando a documentação e o raciocínio clínico.
Aplicação de algoritmos de aprendizado de máquina em dados de saúde para identificar padrões, prever desfechos clínicos e apoiar decisões médicas baseadas em evidências computacionais.
Processamento de linguagem natural (NLP) aplicado à saúde: tecnologia que permite a computadores interpretar, analisar e gerar textos clínicos, facilitando a extração de informações de prontuários.
Ferramenta computacional que fornece alertas, sugestões e informações relevantes ao profissional durante o atendimento, contribuindo para a segurança e a qualidade da assistência.
Sistema de registro clínico acessível pela internet, permitindo consultar e atualizar informações do paciente de qualquer lugar, com segurança e conformidade com a LGPD.
Prontuário eletrônico hospedado em servidores acessíveis pela internet, em vez de instalado em um único computador. Permite acesso seguro de qualquer dispositivo autorizado, backup automático e continuidade mesmo com falha do equipamento local.
Modelo de anotação clínica estruturado em quatro partes: Subjetivo (relato do paciente), Objetivo (achados e exame), Avaliação (análise/hipótese) e Plano (conduta). Padroniza a evolução e facilita a continuidade do cuidado.
Processo de comparar e descartar hipóteses diagnósticas semelhantes com base em sinais, sintomas e exames, até chegar à explicação mais provável para o quadro do paciente.
Previsão sobre a evolução provável de uma condição de saúde — chance de recuperação, cronificação ou agravamento —, considerada no plano terapêutico e na comunicação com o paciente.
Presença de duas ou mais condições de saúde no mesmo paciente ao mesmo tempo, o que pode influenciar o diagnóstico, o tratamento e o risco clínico geral.
Conjunto de diretrizes padronizadas que orienta a conduta diante de uma condição específica, com base em evidência científica, buscando uniformizar a qualidade do atendimento.
Avaliação inicial e rápida que classifica o paciente por prioridade ou gravidade, definindo a ordem e o tipo de atendimento necessário.
Indicação formal, feita por um profissional, para que o paciente seja avaliado por outro especialista ou serviço, geralmente acompanhada de um resumo clínico do caso.
Etapa do atendimento em que o profissional avalia o corpo do paciente por inspeção, palpação, percussão e ausculta, buscando sinais que confirmem ou afastem uma hipótese diagnóstica.
Conjunto de medidas básicas do funcionamento do organismo — frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial, temperatura e saturação de oxigênio — verificadas em praticamente toda consulta.
Manifestação subjetiva relatada pelo próprio paciente, como dor ou cansaço, que só pode ser conhecida pelo relato — diferente do sinal clínico, que o profissional observa diretamente.
Manifestação objetiva de uma condição de saúde, identificada pelo profissional durante o exame físico ou por exames complementares, independentemente do que o paciente relata.
Estudo dos sinais e sintomas e das técnicas para reconhecê-los durante a anamnese e o exame físico. É a base metodológica da investigação clínica.
Característica, exposição ou comportamento que aumenta a probabilidade de uma pessoa desenvolver determinada condição de saúde, como tabagismo, sedentarismo ou histórico familiar.
Aplicação de um exame ou teste em pessoas sem sintomas, para identificar precocemente uma condição de saúde antes que ela se manifeste clinicamente.
Classificação das ações de saúde em prevenção primária (evitar a doença), secundária (detectar e tratar precocemente) e terciária (reduzir sequelas e evitar complicações de uma doença já instalada).
Grau em que o comportamento do paciente — tomar a medicação, seguir orientações, comparecer a retornos — corresponde ao que foi combinado com o profissional. É um dos maiores determinantes do sucesso terapêutico.
Efeito que o uso simultâneo de dois ou mais medicamentos pode causar, alterando a ação, a eficácia ou a segurança de um deles. É verificada na prescrição para evitar riscos ao paciente.
Uso simultâneo de múltiplos medicamentos por um mesmo paciente, comum em pessoas com várias comorbidades, o que aumenta o risco de interações e exige revisão periódica da prescrição.
Processo de conferir e atualizar a lista completa de medicamentos que o paciente usa, comparando-a com o que está sendo prescrito, para evitar duplicidades, omissões ou interações.
Dano não intencional ao paciente relacionado ao cuidado de saúde, e não à evolução natural da doença — como uma reação a um medicamento ou uma complicação de procedimento.
Exame laboratorial, de imagem ou funcional solicitado para confirmar, descartar ou detalhar uma hipótese diagnóstica levantada na anamnese e no exame físico.
Manutenção do acompanhamento do paciente ao longo do tempo e entre diferentes profissionais ou serviços, de forma coerente e sem perda de informação — um dos papéis centrais do prontuário.
Sequência organizada de ações e serviços de saúde — da prevenção à reabilitação — desenhada para acompanhar o paciente ao longo de uma condição específica, entre diferentes pontos de atenção.
Atendimento de reavaliação, geralmente após exames, início de tratamento ou intervenção, em que o profissional acompanha a evolução do paciente e ajusta a conduta.
Solicitação de parecer de outro profissional ou especialista sobre o caso de um paciente, sem necessariamente transferir o cuidado — usada para apoiar a decisão clínica.
Ato pelo qual o profissional formaliza o encerramento do acompanhamento de determinado episódio de cuidado, por resolução do quadro, transferência ou decisão compartilhada com o paciente.
Abordagem que busca melhorar a qualidade de vida de pacientes com doenças graves ou fora de possibilidade de cura, com foco no alívio da dor, do sofrimento e no suporte à família.
Sistema padronizado da Organização Mundial da Saúde para codificar diagnósticos e condições de saúde, usado no prontuário, no faturamento e em estatísticas de saúde.
Modelo de organização do prontuário em que o registro é estruturado a partir de uma lista de problemas do paciente, com evolução própria para cada um — facilita o acompanhamento de casos complexos.
Registro documental do atendimento em psicologia, contendo identificação do paciente, demanda, evolução das sessões e encaminhamentos. No Brasil é regido pela Resolução CFP 001/2009, que define sua estrutura e a guarda mínima de cinco anos.
Cadastro obrigatório no Conselho Federal de Psicologia para prestar serviços psicológicos por meios de tecnologia da informação e comunicação. O atendimento psicológico online é regulado pela Resolução CFP 11/2018, que exige esse cadastro do profissional.
Instituído pela Resolução CFP 010/2005, reúne os princípios e deveres que orientam a prática em psicologia — entre eles o sigilo profissional e a vedação a receber ou pagar por encaminhamento de serviços.
Entrevista inicial em que o psicólogo levanta a demanda, a história de vida, o contexto e as queixas do paciente. É a base para a compreensão do caso, a definição dos objetivos terapêuticos e o registro no prontuário.
Processo de tratamento psicológico conduzido por um psicólogo, baseado na relação terapêutica e em abordagens teóricas específicas, para promover saúde mental e bem-estar. Pode ser individual, de casal, familiar ou em grupo, presencial ou online.
Documento técnico elaborado pelo psicólogo que apresenta, de forma fundamentada, os resultados de uma avaliação psicológica e suas conclusões. Sua estrutura é normatizada pela Resolução CFP 006/2019.
Uso de testes e instrumentos reconhecidos pelo Conselho Federal de Psicologia para avaliar personalidade, cognição e emoções. Só podem ser usados testes com parecer favorável no SATEPSI, o sistema de avaliação de testes do CFP.
Momento em que o psicólogo comunica ao paciente, de forma clara e ética, os resultados de uma avaliação ou testagem, explicando o que eles significam para o caso.
Relação de confiança e colaboração construída entre psicólogo e paciente ao longo do acompanhamento, considerada um dos principais fatores associados à eficácia da psicoterapia.
Conjunto de condições combinadas para o atendimento — local, duração, frequência, regras e postura do profissional — que sustentam o processo psicoterapêutico e a segurança do paciente.
Indicação do psicólogo para que o paciente seja avaliado por um médico psiquiatra, geralmente diante da suspeita de um quadro que exija avaliação medicamentosa ou diagnóstico médico.
Registro do acompanhamento em nutrição, contendo anamnese alimentar, avaliação antropométrica, conduta dietética e evolução do paciente — reunindo em um só lugar o histórico necessário para o tratamento.
Entrevista inicial em que o nutricionista levanta hábitos alimentares, histórico clínico, rotina e objetivos do paciente. É a base para a avaliação do estado nutricional e para a conduta dietética.
Medição de indicadores corporais — peso, altura, circunferências e dobras cutâneas — usada para estimar a composição corporal e acompanhar a evolução do paciente ao longo do tratamento.
Método de avaliação do consumo alimentar em que o nutricionista registra tudo o que o paciente ingeriu nas últimas 24 horas, para estimar a ingestão de energia e nutrientes e orientar a conduta.
Quantidade de energia que o corpo gasta em repouso para manter as funções vitais. É a base do cálculo das necessidades energéticas e, junto com o nível de actividade, define o valor energético total do plano alimentar.
Quantidade total de energia, em calorias, que uma pessoa deve consumir por dia, considerando a taxa metabólica basal, o nível de actividade física e os objetivos. É o ponto de partida para montar o plano alimentar.
Método de avaliação da composição corporal que estima massa magra, massa gorda e água corporal pela resistência que o corpo oferece a uma corrente elétrica de baixa intensidade.
Autarquia que regulamenta e fiscaliza o exercício profissional do nutricionista no Brasil, junto aos conselhos regionais (CRN), definindo normas de conduta, atribuições e registro do atendimento.
Prescrição dietética elaborada pelo nutricionista com base na anamnese, na avaliação antropométrica e nos objetivos do paciente, definindo quantidades, distribuição e substituições de alimentos.
Condição do organismo resultante do equilíbrio entre o que é consumido e o que é necessário, avaliada por dados clínicos, antropométricos, bioquímicos e alimentares do paciente.
Conclusão do nutricionista sobre o problema nutricional do paciente e suas causas prováveis, formulada a partir da anamnese e da avaliação nutricional, e usada para orientar a conduta.
Conjunto de práticas que buscam promover escolhas alimentares mais saudáveis e autônomas, indo além da prescrição de dieta para trabalhar hábitos e relação do paciente com a comida.
Registro, a cada sessão, da resposta do paciente ao tratamento — condutas aplicadas, progressão funcional e ajustes de conduta. É parte obrigatória do prontuário fisioterapêutico.
Exame inicial que mensura capacidades e limitações do paciente — amplitude de movimento, força, equilíbrio e funcionalidade — para definir o diagnóstico cinético-funcional e o plano de tratamento.
Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, autarquia que regulamenta e fiscaliza o exercício profissional da fisioterapia e da terapia ocupacional no Brasil, incluindo normas sobre prontuário, evolução e teleatendimento.
Tratamento por meio do movimento: uso terapêutico de exercícios para recuperar, manter ou desenvolver a função física. É um dos principais recursos da fisioterapia na reabilitação de lesões e disfunções.
Conclusão do fisioterapeuta sobre as alterações de movimento e função do paciente, elaborada a partir da avaliação funcional. Orienta o plano de tratamento e é atribuição privativa do fisioterapeuta.
Roteiro terapêutico definido a partir do diagnóstico cinético-funcional, com objetivos, condutas, recursos e metas de evolução. Guia as sessões e serve de referência para medir resultados.
Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, órgão que registra e fiscaliza os profissionais em sua região, sob as normas do COFFITO. O registro no CREFITO é obrigatório para o exercício profissional.
Encerramento do plano de tratamento quando os objetivos funcionais definidos foram alcançados, registrado no prontuário com um resumo da evolução e, quando necessário, orientações de manutenção.
Instrumento em que o paciente indica a intensidade da dor em uma linha ou escala numérica, geralmente de 0 a 10, usado para registrar e acompanhar a evolução da dor ao longo do tratamento.
Medida do grau de movimento possível em uma articulação, avaliada com goniômetro ou por observação. É um dos principais parâmetros da avaliação e da evolução fisioterapêutica.
Conjunto de intervenções voltadas a recuperar ou maximizar a função e a autonomia de uma pessoa após lesão, cirurgia ou doença, envolvendo frequentemente uma equipe multiprofissional.
A Lei Geral de Proteção de Dados na saúde regulamenta o tratamento de dados pessoais e sensíveis de pacientes, exigindo consentimento, segurança, finalidade legítima e transparência no uso das informações clínicas por sistemas digitais.
Selo de qualidade da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde que atesta que um sistema de prontuário eletrônico atende a requisitos de segurança, funcionalidade e conformidade exigidos no Brasil.
A Resolução CFM nº 2.314/2022 regulamenta a prática da telemedicina no Brasil: regras para teleconsulta, telediagnóstico, telemonitoramento, consentimento, registro em prontuário e responsabilidade médica.
Registro eletrônico da autorização do paciente para procedimentos, tratamentos ou uso de dados, substituindo formulários em papel com validade legal e rastreabilidade.
Processo sistemático de revisão de registros médicos, procedimentos e condutas para avaliar a qualidade da assistência, a conformidade com protocolos e oportunidades de melhoria.
Processo digital de prescrição de medicamentos, substituindo receitas manuscritas por documentos digitais com assinatura eletrônica — o que melhora legibilidade e segurança.
Dever ético e legal do profissional de proteger as informações obtidas no atendimento, revelando-as apenas em situações previstas em lei ou nos códigos de ética. É pilar da confiança na relação com o paciente e reforçado pela LGPD.
Documento em que o paciente declara ter sido informado sobre um procedimento, tratamento ou pesquisa — riscos, benefícios e alternativas — e concorda em participar de forma livre e esclarecida.
Mecanismo que confere validade jurídica a documentos clínicos digitais, como prescrições e laudos. No padrão ICP-Brasil, garante autenticidade e integridade do documento assinado.
Obrigação legal de manter o prontuário do paciente arquivado por um período mínimo definido em resolução do respectivo conselho profissional, mesmo após o fim do atendimento.
Obrigação legal de comunicar às autoridades de saúde a ocorrência de determinadas doenças ou agravos, permitindo vigilância epidemiológica e resposta rápida a surtos ou riscos coletivos.
Conjunto de práticas voltadas a reduzir o risco de dano evitável durante o cuidado — identificação correta do paciente, checagem de medicamentos e comunicação clara entre a equipe, entre outras.
Conjunto de processos administrativos e operacionais que garantem o funcionamento eficiente de uma clínica ou consultório: agendamento, prontuário, faturamento e controle financeiro.
Sistema de agendamento que otimiza horários, reduz faltas com lembretes automáticos, gerencia encaixes e organiza o fluxo de pacientes de forma eficiente no consultório.
Troca de Informações em Saúde Suplementar: padrão obrigatório definido pela ANS para a comunicação entre prestadores de serviços de saúde e operadoras de planos, padronizando guias e procedimentos.
Possibilidade de o paciente marcar uma consulta pela internet, por uma página pública do profissional ou da clínica, sem precisar ligar. Reduz o trabalho da recepção e, com confirmação e lembrete, diminui as faltas.
Percentual de pacientes que faltam à consulta sem avisar. É uma das principais perdas de receita do consultório, reduzível com agendamento online, confirmação, lembretes automáticos e, quando aplicável, pagamento antecipado.
Mensagem automática enviada ao paciente antes da consulta para confirmar a presença. É uma das formas mais eficazes de reduzir faltas, pela alta taxa de leitura e por permitir confirmar ou remarcar com um toque.
Área online onde a pessoa atendida acessa suas informações — agendamentos, documentos, orientações e histórico — de forma segura. Aproxima o paciente do profissional e reduz a demanda por contactos administrativos.
Nota Fiscal de Serviço eletrônica: documento fiscal que profissionais de saúde e clínicas emitem para registrar a prestação de serviços. A emissão automática, integrada ao sistema de gestão, reduz erros e trabalho manual no financeiro.
Ação de reengajar pessoas que já foram atendidas mas não retornam — para retorno, reavaliação ou continuidade de tratamento. Feito de forma organizada e automatizada, recupera receita e melhora a continuidade do cuidado.
Modelo em que a clínica retém um percentual do que o profissional fatura e repassa o restante a ele. Com repasse de 60%, por exemplo, um profissional que faturou R$ 20.000 recebe R$ 12.000 e a clínica fica com R$ 8.000 para cobrir estrutura, apoio e gestão.
Definição do preço a cobrar por atendimento de forma sustentável. O método mais seguro parte dos custos fixos somados à renda desejada, divididos pelo número realista de consultas por mês — resultando no preço mínimo do consultório.
Percentual dos horários disponíveis que são efetivamente preenchidos por atendimentos. É indicador central de produtividade: quanto maior a ocupação, mais receita por hora de trabalho e menor o preço necessário por consulta.
Conjunto de dados de identificação e contacto do paciente — nome, contacto, convênio, responsável quando aplicável — que dá base ao agendamento, ao faturamento e à comunicação da clínica com ele.
Métricas usadas para acompanhar o desempenho de uma clínica ou consultório, como taxa de ocupação, taxa de no-show, ticket médio e recorrência de pacientes, orientando decisões de gestão.
Nível de faturamento em que a receita cobre exatamente os custos fixos e variáveis, sem lucro ou prejuízo. Serve de referência mínima para o planejamento financeiro do consultório.
Batimento cardíaco lento, abaixo de 60 batimentos por minuto.
Batimento cardíaco rápido, acima de 100 batimentos por minuto.
Nome técnico para dor de cabeça.
Inflamação do estômago e do intestino, geralmente causada por vírus, bactérias ou parasitas.
Cirurgia para remover o útero (histero + ectomia).
Sensação de falta de ar ou dificuldade para respirar.
Dificuldade para respirar quando deitado, que melhora ao sentar ou ficar em pé.
Interrupção temporária da respiração.
Baixa concentração de oxigênio nos tecidos do corpo.
Baixa concentração de oxigênio no sangue.
Coloração azulada da pele e das mucosas por falta de oxigenação adequada do sangue.
Coloração amarelada da pele e dos olhos causada pelo excesso de bilirrubina no sangue.
Inchaço causado pelo acúmulo de líquido nos tecidos do corpo.
Edema generalizado, distribuído por todo o corpo.
Acúmulo anormal de líquido na cavidade abdominal.
Sensação de fraqueza generalizada e falta de energia.
Perda ou redução da capacidade de realizar movimentos, associada a fraqueza intensa.
Perda ou diminuição do apetite.
Perda extrema de peso, massa muscular e gordura, associada a doenças graves.
Redução parcial do apetite, sem chegar à perda total.
Aumento excessivo do apetite e da fome.
Sede excessiva e aumento anormal da ingestão de líquidos.
Aumento anormal do volume de urina produzido em 24 horas.
Redução do volume de urina eliminado, abaixo do considerado normal.
Ausência total ou quase total de produção de urina.
Dor ou dificuldade para urinar.
Necessidade de urinar diversas vezes durante a noite.
Presença de sangue na urina.
Presença de proteínas na urina, acima dos valores normais.
Presença de glicose na urina, geralmente associada a níveis elevados de açúcar no sangue.
Eliminação de sangue pela boca proveniente das vias respiratórias, geralmente ao tossir.
Vômito com presença de sangue.
Fezes escuras e de odor forte causadas por sangramento digestivo.
Eliminação de sangue vivo pelas fezes.
Dificuldade ou redução da frequência para evacuar, com fezes endurecidas.
Evacuação frequente de fezes amolecidas ou líquidas.
Sensação desagradável de enjoo, geralmente antecedendo o vômito.
Termo técnico para vômito.
Dificuldade para engolir alimentos ou líquidos.
Dor ao engolir.
Sensação de queimação no peito ou na garganta, popularmente chamada de azia.
Nome técnico para arroto.
Eliminação de gases pelo trato digestivo.
Aumento do volume do abdome, geralmente por acúmulo de gases ou líquido.
Aumento do tamanho do fígado.
Aumento do tamanho do baço.
Aumento do tamanho dos linfonodos (gânglios linfáticos).
Alteração ou aumento dos gânglios linfáticos, geralmente palpáveis.
Pequena mancha vermelha na pele causada por sangramento capilar.
Mancha roxa ou azulada na pele causada pelo extravasamento de sangue sob a pele, popularmente chamada de hematoma.
Manchas arroxeadas na pele causadas por sangramento sob a pele, maiores que petéquias.
Sensação de coceira na pele.
Vermelhidão da pele causada por dilatação dos vasos sanguíneos.
Reação da pele caracterizada por lesões avermelhadas, elevadas e que coçam, geralmente de origem alérgica.
Lesão de pele pequena, elevada e sólida, sem conteúdo líquido.
Pequena bolha de pele contendo líquido claro.
Pequena lesão de pele elevada contendo pus.
Manchas planas na pele, sem relevo, que mudam apenas a cor da área afetada.
Lesão de pele causada por pressão prolongada, comum em pacientes acamados.
Sensação anormal na pele, como formigamento ou dormência, sem estímulo aparente.
Diminuição da sensibilidade em uma região do corpo.
Perda total da sensibilidade em uma parte ou em todo o corpo, podendo ser induzida para procedimentos médicos.
Sensibilidade aumentada a estímulos, que passam a ser percebidos de forma exagerada.
Dor muscular.
Dor em uma ou mais articulações.
Dor na região lombar da coluna.
Dor na região do pescoço.
Nome técnico para dor de dente.
Dor de ouvido.
Dor na região do tórax.
Dor intensa que segue o trajeto de um nervo.
Sensação de que o ambiente ou o próprio corpo está girando.
Sensação de instabilidade ou desequilíbrio, distinta da vertigem por não envolver rotação.
Perda súbita e temporária da consciência, geralmente por redução do fluxo sanguíneo ao cérebro.
Sensação iminente de desmaio, sem perda completa da consciência.
Contrações musculares involuntárias, geralmente associadas a actividade elétrica anormal no cérebro.
Movimento rítmico e involuntário de uma parte do corpo.
Falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários.
Diminuição parcial da força muscular.
Perda completa da força muscular, também chamada de paralisia.
Paralisia que afeta um lado inteiro do corpo.
Paralisia que afeta os membros inferiores.
Paralisia que afeta os quatro membros do corpo.
Dificuldade ou incapacidade de falar ou compreender a linguagem, geralmente causada por lesão cerebral.
Dificuldade em articular as palavras devido a alterações neuromusculares, sem alterar o conteúdo da fala.
Perda parcial ou total da memória.
Alteração do estado de consciência caracterizada por dificuldade de raciocínio, orientação e atenção.
Estado de sonolência excessiva e resposta lentificada a estímulos.
Estado de diminuição acentuada da consciência, com resposta apenas a estímulos intensos.
Estado de inconsciência profunda, sem resposta a estímulos externos.
Alteração aguda e transitória da consciência e da atenção, com confusão mental e desorientação, comum em quadros agudos.
Percepção sensorial sem estímulo real correspondente, como ouvir ou ver algo que não existe.
Dificuldade persistente para iniciar ou manter o sono.
Sonolência excessiva durante o dia ou necessidade prolongada de sono.
Sensação de boca seca por diminuição da produção de saliva.
Produção excessiva de saliva.
Nome técnico para mau hálito.
Sangramento pelo nariz.
Escorrimento nasal, popularmente chamado de coriza.
Dor de dente originada da inflamação da polpa dentária.
Inflamação de um linfonodo (gânglio linfático).
Aumento do fluxo de sangue em uma região do corpo, causando vermelhidão.
Coloração pálida da pele, frequentemente associada a anemia ou má circulação.
Produção de suor, podendo ser intensa em quadros de febre, dor ou ansiedade.
Sensação de frio acompanhada de tremores, comum no início de um quadro febril.
Elevação da temperatura corporal acima do valor normal, geralmente em resposta a uma infecção ou inflamação.
Elevação da temperatura corporal por falha nos mecanismos de regulação térmica, não relacionada a infecção.
Queda da temperatura corporal abaixo dos valores normais.
Sufixo médico que indica inflamação de um órgão ou tecido, como em gastrite ou bronquite.
Sufixo que indica a remoção cirúrgica total ou parcial de um órgão, como em apendicectomia.
Sufixo que indica um corte cirúrgico em um órgão ou tecido, como em traqueotomia.
Sufixo que indica a criação cirúrgica de uma abertura entre um órgão e o exterior ou entre dois órgãos, como em colostomia.
Sufixo que indica exame visual do interior de um órgão com auxílio de aparelho, como em endoscopia.
Sufixo que indica cirurgia de reparo ou reconstrução de um órgão ou tecido, como em rinoplastia.
Sufixo que indica fixação cirúrgica de um órgão em sua posição, como em nefropexia.
Sufixo que indica sutura cirúrgica de um tecido ou órgão, como em herniorrafia.
Sufixo que indica dor em determinada região, como em cefalalgia.
Sufixo que também indica dor, como em pleurodinia.
Sufixo que indica presença de uma substância no sangue, como em glicemia.
Sufixo que indica doença ou distúrbio de um órgão, como em cardiopatia.
Sufixo que indica aumento de tamanho de um órgão, como em cardiomegalia.
Sufixo que indica diminuição na quantidade de algo, como em leucopenia.
Sufixo que indica aumento na quantidade de células, como em leucocitose.
Sufixo relacionado ao desenvolvimento ou nutrição de um tecido, como em atrofia e hipertrofia.
Sufixo que indica paralisia, como em hemiplegia.
Sufixo que indica fraqueza ou paralisia parcial, como em hemiparesia.
Sufixo relacionado à urina, como em hematúria.
Prefixo que indica excesso ou aumento, como em hipertensão.
Prefixo que indica diminuição ou insuficiência, como em hipotensão.
Prefixo que indica dificuldade ou alteração de uma função, como em dispneia.
Prefixo que indica ausência ou falta de algo, como em afasia e anúria.
Prefixo que indica quantidade excessiva ou muitos, como em poliúria.
Prefixo que indica rapidez ou velocidade aumentada, como em taquicardia.
Prefixo que indica lentidão, como em bradicardia.
Elemento de composição que se refere ao coração, presente em termos como cardiopatia e cardiologia.
Elemento de composição que se refere aos rins, presente em termos como nefrologia e nefropatia.
Elemento de composição que se refere ao fígado, presente em termos como hepatite e hepatomegalia.
Elemento de composição que se refere ao estômago, presente em termos como gastrite e gastroenterologia.
Elemento de composição que se refere ao intestino, presente em termos como enterite e gastroenterite.
Elemento de composição que se refere ao pulmão ou ao ar, presente em termos como pneumonia e pneumotórax.
Elemento de composição que se refere aos brônquios, presente em termos como bronquite e broncoscopia.
Elemento de composição que se refere à pele, presente em termos como dermatite e dermatologia.
Elemento de composição que se refere ao osso, presente em termos como osteoporose e osteomielite.
Elemento de composição que se refere às articulações, presente em termos como artrite e artroscopia.
Elemento de composição que se refere ao sistema nervoso, presente em termos como neurite e neurologia.
Elemento de composição que se refere ao trato urinário, presente em termos como urologia e uretrite.
Elemento de composição que se refere ao ouvido, presente em termos como otite e otorrinolaringologia.
Elemento de composição que se refere ao nariz, presente em termos como rinite e rinoplastia.
Elemento de composição que se refere aos olhos, presente em termos como oftalmologia.
Elemento de composição que se refere ao sangue, presente em termos como hematologia e hematoma.
Elemento de composição que se refere a tumores, presente em termos como oncologia.
Ciência que estuda a estrutura e a organização do corpo humano.
Ciência que estuda o funcionamento dos órgãos e sistemas do corpo.
Ciência que estuda as doenças, suas causas, mecanismos e efeitos sobre o organismo.
Estudo das causas de uma doença.
Estudo dos mecanismos pelos quais uma doença se desenvolve no organismo.
Ciência que estuda a distribuição e os fatores relacionados às doenças em uma população.
Número de casos novos de uma doença que surgem em uma população durante determinado período.
Número total de casos de uma doença, novos e antigos, presentes em uma população em um momento específico.
Ocorrência habitual de uma doença em determinada região ou população.
Aumento significativo e inesperado do número de casos de uma doença em determinada área.
Epidemia que se espalha por diversos países ou continentes.
Aumento repentino de casos de uma doença em uma comunidade ou área limitada.
Especialidade médica que estuda as alterações estruturais dos tecidos causadas pelas doenças.
Exame realizado no corpo após a morte para determinar a causa do óbito, também chamado de autópsia.
Retirada de uma amostra de tecido do corpo para análise laboratorial e diagnóstico.
Disseminação de células cancerígenas de um órgão original para outras partes do corpo.
Crescimento anormal de células, podendo ser benigno ou maligno.
Crescimento anormal de células que não invade tecidos vizinhos nem se espalha para outras partes do corpo.
Crescimento anormal de células com capacidade de invadir tecidos vizinhos e se espalhar para outras partes do corpo.
Termo usado para descrever uma condição cuja causa é desconhecida.
Dano ou efeito indesejado causado ao paciente em decorrência de um procedimento ou tratamento médico.
Que não apresenta sintomas, mesmo estando presente uma condição de saúde.
Que apresenta sinais e sintomas de uma doença ou condição de saúde.
Condição de início súbito e curta duração.
Condição de longa duração, que se desenvolve e persiste ao longo do tempo.
Condição com evolução intermediária entre o quadro agudo e o crônico.
Retorno de uma doença após um período de melhora ou remissão.
Diminuição ou desaparecimento temporário dos sinais e sintomas de uma doença.
Alteração ou dano permanente que persiste após a resolução de uma doença ou lesão.
Problema adicional que surge durante o curso de uma doença ou tratamento, agravando o quadro do paciente.
Situação em que determinado tratamento, medicamento ou procedimento não deve ser utilizado por representar risco ao paciente.
Indicação da dose, frequência e via de administração de um medicamento.
Estudo de como o organismo absorve, distribui, metaboliza e elimina um medicamento.
Estudo dos efeitos e do mecanismo de ação de um medicamento no organismo.
Tempo necessário para que a concentração de um medicamento no organismo seja reduzida à metade.
Elevação persistente da pressão do sangue nas artérias acima dos valores considerados normais.
Redução da pressão do sangue nas artérias abaixo dos valores considerados normais.
Morte de parte do músculo cardíaco causada pela interrupção do fluxo de sangue para o coração.
Dor no peito causada pela redução do fluxo de sangue para o coração.
Alteração no ritmo normal dos batimentos do coração, podendo ser rápido, lento ou irregular.
Tipo de arritmia em que os átrios do coração batem de forma rápida e desorganizada.
Condição em que o coração perde a capacidade de bombear sangue de forma eficiente para o corpo.
Doença do músculo cardíaco que compromete sua capacidade de bombear sangue adequadamente.
Acúmulo de gordura e placas nas paredes das artérias, que reduz o fluxo de sangue.
Formação de um coágulo de sangue dentro de um vaso sanguíneo, que pode obstruir a circulação.
Obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo, gordura ou outro material que se deslocou de outro ponto do corpo.
Formação de um coágulo em uma veia profunda, geralmente nas pernas, com risco de se deslocar para os pulmões.
Obstrução de uma artéria do pulmão por um coágulo de sangue, geralmente originado em outra parte do corpo.
Interrupção do fluxo de sangue para uma área do cérebro, podendo ser isquêmico (obstrução) ou hemorrágico (sangramento).
Dilatação anormal da parede de um vaso sanguíneo, com risco de ruptura.
Veias dilatadas e tortuosas, geralmente nas pernas, causadas por má circulação venosa.
Som anormal detectado na ausculta do coração, geralmente relacionado a alterações no fluxo de sangue pelas válvulas.
Exame que registra a actividade elétrica do coração, usado para avaliar o ritmo e detectar alterações cardíacas.
Exame de ultrassom que avalia a estrutura e o funcionamento do coração e de suas válvulas.
Procedimento em que um cateter é introduzido até o coração para diagnóstico ou tratamento de doenças cardiovasculares.
Procedimento para desobstruir uma artéria estreitada, geralmente com o uso de um balão ou stent.
Pequeno dispositivo em forma de tubo, inserido em uma artéria para mantê-la aberta após uma angioplastia.
Cirurgia que cria novos caminhos para o sangue chegar ao coração quando as artérias estão obstruídas, popularmente chamada de ponte de safena.
Elevação da pressão do sangue nas artérias que levam do coração aos pulmões.
Infecção que causa inflamação dos alvéolos pulmonares, geralmente causada por bactérias, vírus ou fungos.
Inflamação dos brônquios, os tubos que levam o ar aos pulmões.
Doença crônica que causa inflamação e estreitamento das vias aéreas, provocando falta de ar e chiado no peito.
Doença crônica que dificulta a passagem de ar pelos pulmões, geralmente associada ao tabagismo.
Destruição progressiva dos alvéolos pulmonares, reduzindo a capacidade de troca de gases.
Presença de ar entre o pulmão e a parede torácica, que pode causar colapso parcial ou total do pulmão.
Acúmulo anormal de líquido entre as membranas que revestem o pulmão.
Doença infecciosa causada por bactéria que afeta principalmente os pulmões.
Formação de tecido cicatricial nos pulmões, que reduz sua capacidade de expansão e troca de gases.
Interrupções repetidas da respiração durante o sono, causadas pelo bloqueio das vias aéreas superiores.
Exame que mede o volume e o fluxo de ar que entra e sai dos pulmões.
Exame não invasivo que mede a saturação de oxigênio no sangue por meio de um sensor colocado no dedo.
Exame de sangue que avalia os níveis de oxigênio, gás carbônico e o equilíbrio ácido-base do organismo.
Exame que permite visualizar o interior das vias aéreas por meio de um aparelho com câmera introduzido pelo nariz ou boca.
Abertura cirúrgica na traqueia para facilitar a respiração quando as vias aéreas superiores estão obstruídas.
Suporte artificial à respiração por meio de um aparelho, usado quando o paciente não consegue respirar de forma adequada sozinho.
Administração de medicamentos em forma de vapor, inalados diretamente pelas vias respiratórias.
Doença pulmonar causada pela inalação prolongada de poeira de sílica, comum em algumas actividades ocupacionais.
Inflamação da mucosa que reveste o estômago.
Ferida na mucosa do estômago ou do duodeno causada pela ação do ácido gástrico.
Retorno do conteúdo do estômago para o esôfago, causando sintomas como azia e queimação.
Inflamação do esôfago, frequentemente causada pelo refluxo do ácido gástrico.
Deslocamento de parte do estômago para dentro do tórax, através de uma abertura do diafragma.
Presença de cálculos (pedras) na vesícula biliar.
Inflamação da vesícula biliar, geralmente causada pela presença de cálculos.
Inflamação do pâncreas, que pode ser aguda ou crônica.
Inflamação do fígado, que pode ter causa viral, alcoólica, medicamentosa ou autoimune.
Dano permanente ao fígado com formação de tecido cicatricial, comprometendo suas funções.
Acúmulo de gordura no fígado, também conhecido como fígado gorduroso.
Inflamação do apêndice, geralmente exigindo cirurgia de urgência.
Inflamação ou infecção de pequenas bolsas (divertículos) que se formam na parede do intestino.
Doença inflamatória crônica que pode afetar qualquer parte do trato digestivo.
Doença inflamatória crônica que afeta o intestino grosso e o reto, causando inflamação e úlceras.
Distúrbio funcional do intestino que causa dor abdominal, alterações no hábito intestinal e distensão, sem lesão estrutural identificável.
Bloqueio parcial ou total da passagem de conteúdo pelo intestino.
Protrusão de um órgão ou tecido através de um ponto fraco da parede abdominal.
Dilatação das veias localizadas na região anal ou retal.
Pequeno corte ou ferida na região anal, frequentemente causada por evacuação de fezes endurecidas.
Exame que permite visualizar o interior do esôfago, estômago e duodeno com o uso de um aparelho com câmera.
Exame que permite visualizar o interior do intestino grosso com o uso de um aparelho com câmera introduzido pelo ânus.
Exame de imagem que utiliza ondas sonoras para avaliar os órgãos do abdome.
Perda súbita e geralmente reversível da capacidade dos rins de filtrar o sangue.
Perda progressiva e irreversível da função dos rins ao longo do tempo.
Formação de cálculos (pedras) nos rins.
Dor intensa causada pela obstrução das vias urinárias por um cálculo renal.
Infecção que atinge os rins, geralmente originada de uma infecção urinária não tratada.
Infecção causada por microrganismos em qualquer parte do sistema urinário, mais comum na bexiga.
Inflamação da bexiga, geralmente causada por infecção bacteriana.
Inflamação da uretra, o canal que conduz a urina para fora do corpo.
Inflamação da próstata, podendo ser de origem infecciosa ou não infecciosa.
Aumento não canceroso do tamanho da próstata, comum em homens acima de 50 anos.
Procedimento que substitui a função dos rins, filtrando o sangue quando eles não conseguem fazer isso adequadamente.
Tipo de diálise em que o sangue é filtrado por uma máquina fora do corpo.
Tipo de diálise em que o próprio peritônio do paciente é usado como filtro para remover toxinas do sangue.
Cirurgia para substituir um rim doente por um rim saudável de um doador.
Perda involuntária de urina.
Incapacidade de esvaziar completamente a bexiga.
Substância presente no sangue e na urina, utilizada como marcador da função dos rins.
Medida que estima a capacidade dos rins de filtrar o sangue, usada para avaliar a função renal.
Exame que analisa características físicas, químicas e microscópicas da urina para investigar diversas condições.
Doença crônica caracterizada por níveis elevados de glicose no sangue, causada por falta ou má utilização da insulina.
Tipo de diabetes em que o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina, geralmente diagnosticada na infância ou adolescência.
Tipo de diabetes em que o corpo não utiliza adequadamente a insulina que produz, mais comum em adultos e associada a hábitos de vida.
Nível elevado de glicose no sangue.
Nível reduzido de glicose no sangue.
Condição em que as células do corpo respondem de forma reduzida à ação da insulina.
Exame de sangue que reflete a média dos níveis de glicose nos últimos dois a três meses.
Complicação grave do diabetes causada pelo acúmulo de corpos cetônicos no sangue.
Produção insuficiente de hormônios pela glândula tireoide.
Produção excessiva de hormônios pela glândula tireoide.
Aumento do volume da glândula tireoide, visível como um inchaço na região do pescoço.
Formação de um caroço na glândula tireoide, que pode ser benigno ou maligno.
Doença autoimune que causa inflamação crônica da tireoide, levando frequentemente ao hipotireoidismo.
Doença autoimune que causa hipertireoidismo, frequentemente acompanhada de aumento da tireoide e alterações oculares.
Acúmulo excessivo de gordura corporal que traz risco à saúde, geralmente definido por índice de massa corporal elevado.
Medida que relaciona peso e altura, usada para classificar o estado nutricional de um indivíduo. O Índice de Massa Corporal (IMC), é calculado com: IMC=peso (kg) ÷ altura² (m²).
Conjunto de condições que ocorrem juntas — pressão alta, glicemia elevada, excesso de gordura abdominal e alterações no colesterol — aumentando o risco cardiovascular.
Alteração nos níveis de gordura no sangue, como colesterol e triglicerídeos, acima ou abaixo dos valores normais.
Fração do colesterol associada ao maior risco de formação de placas nas artérias, popularmente chamado de colesterol ruim.
Fração do colesterol associada à proteção cardiovascular, popularmente chamado de colesterol bom.
Tipo de gordura presente no sangue, cujo excesso está associado a maior risco cardiovascular.
Doença que causa perda de massa óssea, tornando os ossos mais frágeis e propensos a fraturas.
Redução da densidade óssea menos intensa que a osteoporose, considerada um estágio anterior.
Exame que mede a densidade mineral dos ossos, usado para diagnosticar osteoporose e osteopenia.
Nível elevado de cálcio no sangue.
Nível reduzido de cálcio no sangue.
Período em que ocorre o fim natural da menstruação e da fertilidade da mulher, geralmente entre os 45 e 55 anos.
Diminuição gradual dos níveis de testosterona no homem, associada ao envelhecimento.
Produção insuficiente de hormônios pelas glândulas adrenais, também chamadas de suprarrenais.
Condição causada pelo excesso de cortisol no organismo, gerando sintomas como ganho de peso e fragilidade da pele.
Tipo de dor de cabeça intensa e recorrente, frequentemente acompanhada de náusea e sensibilidade à luz e ao som.
Doença neurológica crônica caracterizada por crises convulsivas recorrentes, causadas por descargas elétricas anormais no cérebro.
Episódio de actividade elétrica anormal no cérebro, que pode causar contrações musculares involuntárias e alteração da consciência.
Doença neurológica progressiva que causa tremores, rigidez muscular e lentidão dos movimentos.
Doença neurodegenerativa progressiva que causa perda de memória e declínio das funções cognitivas.
Declínio progressivo das funções cognitivas — memória, raciocínio e linguagem — que interfere nas actividades diárias.
Doença autoimune que afeta o sistema nervoso central, causando inflamação e dano à bainha de mielina dos neurônios.
Dano aos nervos periféricos, causando dor, formigamento ou perda de sensibilidade, geralmente nas mãos e pés.
Inflamação das meninges, membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal, geralmente de causa infecciosa.
Inflamação do tecido cerebral, geralmente causada por infecção viral.
Acúmulo excessivo de líquido cefalorraquidiano dentro do crânio, causando aumento da pressão intracraniana.
Aumento da pressão dentro do crânio, que pode causar dano ao cérebro se não tratada.
Lesão causada por impacto na cabeça, que pode afetar o crânio, o cérebro ou ambos.
Dor intensa e súbita no rosto, causada pela irritação do nervo trigêmeo.
Perda da capacidade de mover os músculos de um lado do rosto, geralmente causada por lesão do nervo facial.
Exame de imagem que utiliza campo magnético para gerar imagens detalhadas dos órgãos e tecidos internos.
Exame de imagem que utiliza raios X para criar imagens transversais detalhadas do corpo.
Exame que registra a actividade elétrica do cérebro, usado para investigar epilepsia e outras alterações neurológicas.
Procedimento que coleta líquido cefalorraquidiano da região lombar da coluna para análise diagnóstica.
Instrumento clínico usado para avaliar o nível de consciência de um paciente, com base em respostas motoras, verbais e oculares.
Inflamação da pele que pode causar vermelhidão, coceira e descamação.
Doença inflamatória crônica da pele, também chamada de eczema, comum em pessoas com histórico de alergias.
Doença inflamatória crônica da pele que causa placas avermelhadas com descamação esbranquiçada.
Doença da pele caracterizada por cravos, espinhas e inflamação dos folículos pilosos, comum na adolescência.
Infecção da pele, unhas ou mucosas causada por fungos.
Lesão de pele causada por infecção viral, geralmente pelo papilomavírus humano (HPV).
Tipo de câncer de pele que se origina nos melanócitos, células responsáveis pela pigmentação da pele.
Tipo mais comum de câncer de pele, geralmente de crescimento lento e baixo potencial de disseminação.
Nome técnico para pinta ou sinal na pele, formado por acúmulo de melanócitos.
Perda de cabelo ou pelos, podendo ser localizada ou generalizada.
Doença que causa perda da pigmentação da pele em determinadas áreas, formando manchas brancas.
Reativação do vírus da catapora, que causa erupções dolorosas na pele ao longo do trajeto de um nervo.
Infestação da pele causada por um ácaro, popularmente conhecida como sarna, que causa coceira intensa.
Exame que utiliza um aparelho com lente de aumento e luz para avaliar detalhadamente lesões de pele.
Erro de refração em que a pessoa tem dificuldade para enxergar objetos distantes.
Erro de refração em que a pessoa tem dificuldade para enxergar objetos próximos.
Erro de refração causado por uma curvatura irregular da córnea, que causa visão embaçada.
Perda gradual da capacidade de focar objetos próximos, associada ao envelhecimento, popularmente chamada de vista cansada.
Opacificação do cristalino do olho, que causa visão turva e embaçada.
Doença que causa dano ao nervo óptico, geralmente associada ao aumento da pressão intraocular.
Inflamação da conjuntiva, a membrana que reveste a parte branca do olho e a parte interna das pálpebras.
Doença que afeta a mácula, região central da retina, causando perda progressiva da visão central.
Dano aos vasos sanguíneos da retina causado pelo diabetes, podendo levar à perda de visão.
Desalinhamento dos olhos, em que eles não apontam para a mesma direção ao mesmo tempo.
Exame que avalia a retina, o nervo óptico e os vasos sanguíneos no interior do olho.
Inflamação ou infecção do ouvido, podendo ser externa, média ou interna.
Inflamação do labirinto, estrutura do ouvido interno responsável pelo equilíbrio, causando tontura e vertigem.
Percepção de som — como zumbido ou apito — sem que haja uma fonte sonora externa correspondente.
Perda parcial ou total da capacidade de ouvir.
Inflamação da mucosa nasal desencadeada por uma reação alérgica, causando coriza, espirros e congestão nasal.
Inflamação dos seios da face, cavidades ao redor do nariz, geralmente causada por infecção.
Inflamação das amígdalas, geralmente causada por infecção viral ou bacteriana.
Inflamação da faringe, causando dor de garganta.
Inflamação da laringe, que pode causar rouquidão e alteração da voz.
Exame que avalia a capacidade auditiva de uma pessoa em diferentes frequências e intensidades de som.
Quebra total ou parcial de um osso.
Fratura em que o osso quebrado perfura a pele, ficando exposto ao ambiente externo.
Deslocamento de um osso de sua posição normal em uma articulação.
Deslocamento parcial de um osso em uma articulação, sem perda completa do contacto entre as superfícies articulares.
Lesão dos ligamentos causada por um movimento brusco ou além da amplitude normal da articulação.
Estiramento ou ruptura parcial das fibras musculares causado por esforço excessivo.
Inflamação de um tendão, a estrutura que liga o músculo ao osso.
Inflamação da bursa, uma pequena bolsa cheia de líquido que reduz o atrito entre estruturas próximas às articulações.
Inflamação de uma ou mais articulações, causando dor, inchaço e rigidez.
Desgaste progressivo da cartilagem que reveste as articulações, também chamado de osteoartrite.
Doença autoimune crônica que causa inflamação das articulações, podendo levar a deformidades.
Tipo de artrite causada pelo acúmulo de cristais de ácido úrico nas articulações.
Dor na região lombar que se irradia para a perna, ao longo do trajeto do nervo ciático.
Deslocamento do núcleo de um disco intervertebral, que pode comprimir nervos próximos e causar dor.
Curvatura lateral anormal da coluna vertebral.
Curvatura acentuada da coluna torácica, popularmente conhecida como corcunda.
Curvatura acentuada da coluna na região lombar ou cervical, com concavidade voltada para trás.
Infecção do osso, geralmente causada por bactérias.
Inflamação da fáscia plantar, tecido localizado na sola do pé, causando dor no calcanhar.
Compressão do nervo mediano no punho, causando dor, formigamento e fraqueza na mão.
Inflamação dos tendões do cotovelo causada por esforço repetitivo, popularmente chamada de cotovelo de tenista.
Síndrome crônica caracterizada por dor muscular generalizada, fadiga e distúrbios do sono.
Doença autoimune crônica que pode afetar diversos órgãos e sistemas do corpo.
Exame de imagem que utiliza radiação para visualizar ossos e algumas estruturas internas do corpo.
Instrumento usado para medir a amplitude de movimento de uma articulação.
Dispositivo utilizado para substituir uma articulação ou parte do corpo danificada, como quadril ou joelho.
Dispositivo externo utilizado para apoiar, alinhar ou corrigir uma parte do corpo, como talas e coletes.
Uso de gesso ou material similar para manter um membro fraturado ou lesionado imóvel durante a recuperação.
Redução da quantidade de hemoglobina ou glóbulos vermelhos no sangue, reduzindo o transporte de oxigênio pelo corpo.
Tipo de anemia causada pela deficiência de ferro no organismo.
Tipo de câncer que afeta as células do sangue, originado na medula óssea.
Tipo de câncer que se origina no sistema linfático.
Redução da quantidade de plaquetas no sangue, aumentando o risco de sangramentos.
Aumento da quantidade de plaquetas no sangue.
Redução da quantidade de leucócitos (glóbulos brancos) no sangue.
Aumento da quantidade de leucócitos (glóbulos brancos) no sangue.
Doença genética que compromete a capacidade do sangue de coagular normalmente.
Conjunto de exames de sangue que avaliam a capacidade de coagulação do organismo.
Exame de sangue que avalia a quantidade e as características dos glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
Procedimento de administração de sangue ou seus componentes de um doador para um paciente.
Exame que determina o grupo sanguíneo (A, B, AB ou O) e o fator Rh de uma pessoa.
Exame que analisa a medula óssea para investigar doenças do sangue.
Tratamento do câncer que utiliza medicamentos para destruir ou controlar o crescimento de células cancerígenas.
Tratamento do câncer que utiliza radiação para destruir ou reduzir células cancerígenas em uma área específica do corpo.
Tratamento que estimula ou auxilia o sistema imunológico do próprio paciente a combater o câncer.
Classificação que indica a extensão de um câncer no organismo, considerando tamanho do tumor e presença de metástases.
Substância encontrada no sangue ou nos tecidos cuja concentração pode indicar a presença ou a evolução de um câncer.
Cirurgia para remoção total ou parcial da mama, geralmente indicada no tratamento do câncer de mama.
Redução ou desaparecimento dos sinais de câncer após o tratamento.
Doença causada pela invasão e multiplicação de bactérias no organismo.
Doença causada pela invasão e multiplicação de vírus no organismo.
Doença causada pela invasão e multiplicação de fungos no organismo.
Resposta inflamatória grave do organismo a uma infecção, que pode levar à falência de órgãos.
Forma mais grave da sepse, com queda severa da pressão arterial que compromete a perfusão dos órgãos.
Presença de bactérias na corrente sanguínea.
Medicamento usado para tratar infecções causadas por bactérias.
Tratamento realizado com o uso de antibióticos.
Capacidade de uma bactéria de resistir à ação de um antibiótico, tornando o tratamento menos eficaz.
Medicamento usado para tratar infecções causadas por vírus.
Medicamento usado para tratar infecções causadas por fungos.
Substância administrada para estimular o sistema imunológico a criar defesa contra determinado agente infeccioso.
Processo pelo qual uma pessoa se torna protegida contra uma doença infecciosa, por meio de vacina ou infecção prévia.
Momento em que o organismo passa a produzir anticorpos detectáveis contra um agente infeccioso.
Intervalo de tempo entre a exposição a um agente infeccioso e o aparecimento dos primeiros sintomas.
Separação de pessoas que podem ter sido expostas a uma doença contagiosa, para evitar sua disseminação.
Medida de prevenção que separa fisicamente um paciente infectado dos demais, evitando a transmissão da doença.
Vírus da imunodeficiência humana, causador da aids, que ataca o sistema imunológico.
Síndrome da imunodeficiência adquirida, estágio avançado da infecção pelo HIV, em que o sistema imunológico está gravemente comprometido.
Doenças transmitidas principalmente por contacto sexual, causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos.
Doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que causa febre alta, dor no corpo e, em casos graves, sangramentos.
Doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, associada a malformações fetais quando contraída na gestação.
Doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, caracterizada por febre e dor intensa nas articulações.
Doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito Anopheles, causada por parasitas do gênero Plasmodium.
Doença infecciosa transmitida pelo contacto com urina de animais infectados, geralmente associada a enchentes.
Doença infecciosa grave causada por toxina bacteriana, que afeta o sistema nervoso e causa espasmos musculares.
Doença respiratória viral aguda, popularmente conhecida como gripe.
Doença respiratória infecciosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2.
Exame laboratorial que detecta o material genético de um microrganismo, usado no diagnóstico de infecções.
Exame de sangue que detecta a presença de anticorpos ou antígenos relacionados a um agente infeccioso.
Exame que coleta amostra de sangue para identificar a presença de microrganismos na corrente sanguínea.
Exame que analisa uma amostra de urina para identificar a presença de bactérias, usado no diagnóstico de infecção urinária.
Exame que identifica a sensibilidade de uma bactéria a diferentes antibióticos, orientando a escolha do tratamento.
Ausência de menstruação.
Cólica menstrual dolorosa.
Sangramento menstrual excessivo ou prolongado.
Doença em que o tecido semelhante ao endométrio cresce fora do útero, causando dor e, em alguns casos, infertilidade.
Tumor benigno que se forma no músculo do útero.
Bolsa cheia de líquido que se forma no ovário, geralmente benigna.
Distúrbio hormonal que causa irregularidade menstrual, cistos nos ovários e outros sintomas metabólicos.
Exame preventivo que coleta células do colo do útero para detectar alterações precoces, incluindo o câncer.
Exame que permite examinar o colo do útero com auxílio de um aparelho de aumento, geralmente após alteração no Papanicolau.
Exame de imagem das mamas usado para o rastreamento e diagnóstico do câncer de mama.
Acompanhamento médico realizado durante a gravidez para monitorar a saúde da mãe e do bebê.
Exame de imagem realizado durante a gestação para acompanhar o desenvolvimento do feto.
Complicação da gravidez caracterizada por pressão alta e presença de proteína na urina.
Aumento dos níveis de glicose no sangue diagnosticado durante a gravidez.
Nascimento do bebê pela via vaginal, sem intervenção cirúrgica.
Parto realizado por meio de cirurgia, com incisão no abdome e no útero da mãe.
Período após o parto em que o corpo da mulher retorna gradualmente às condições anteriores à gravidez.
Perda da gravidez que ocorre naturalmente, sem intervenção, geralmente antes de 20 semanas de gestação.
Gravidez em que o embrião se implanta fora do útero, mais comumente nas trompas.
Dificuldade de engravidar após um período de tentativas regulares sem uso de métodos contraceptivos.
Coloração amarelada da pele do recém-nascido, causada pelo acúmulo de bilirrubina, comum nos primeiros dias de vida.
Nascimento que ocorre antes de completar 37 semanas de gestação.
Avaliação rápida realizada logo após o nascimento para verificar as condições vitais do recém-nascido.
Documento que registra as vacinas recebidas por uma criança, usado para acompanhar o calendário vacinal.
Gráfico usado para acompanhar o desenvolvimento de peso, altura e perímetro cefálico de uma criança ao longo do tempo.
Habilidade motora, cognitiva ou social esperada em determinada faixa etária do desenvolvimento da criança.
Exame realizado nos primeiros dias de vida do recém-nascido para detectar precocemente doenças metabólicas e genéticas.
Transtorno mental caracterizado por tristeza persistente, perda de interesse e outros sintomas que afetam o funcionamento diário.
Transtorno caracterizado por preocupação excessiva e persistente sobre diversos aspectos da vida.
Transtorno caracterizado por crises súbitas e recorrentes de medo intenso, acompanhadas de sintomas físicos.
Transtorno mental caracterizado por alternância entre episódios de humor elevado (mania ou hipomania) e episódios depressivos.
Transtorno mental grave que afeta a percepção da realidade, o pensamento e o comportamento.
Transtorno caracterizado por pensamentos intrusivos (obsessões) e comportamentos repetitivos (compulsões).
Condição do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação, a interação social e o comportamento.
Condição do neurodesenvolvimento caracterizada por desatenção, hiperactividade e impulsividade.
Transtorno que pode surgir após a exposição a um evento traumático, causando revivência do trauma, evitação e hipervigilância.
Padrão persistente e inflexível de pensamento, sentimento e comportamento que se desvia significativamente do esperado culturalmente.
Condição caracterizada por padrões alimentares disfuncionais, como restrição, compulsão ou purgação, associados a sofrimento psíquico.
Transtorno alimentar caracterizado por restrição intensa da ingestão alimentar e medo intenso de ganhar peso.
Transtorno alimentar caracterizado por episódios de compulsão alimentar seguidos de comportamentos compensatórios, como vômitos provocados.
Presença de pensamentos sobre acabar com a própria vida, que pode variar em intensidade e frequência.
Ato de causar dano ao próprio corpo de forma deliberada, geralmente como forma de lidar com sofrimento emocional intenso.
Padrão de uso de álcool ou outras substâncias que causa prejuízo significativo à saúde e ao funcionamento da pessoa.
Conjunto de sintomas físicos e psicológicos que surgem com a interrupção ou redução do uso de uma substância à qual o corpo se adaptou.
Medicamento que atua no sistema nervoso central para tratar transtornos mentais, como antidepressivos e ansiolíticos.
Classe de medicamentos usados no tratamento da depressão e de outros transtornos mentais.
Medicamento usado para reduzir sintomas de ansiedade.
Medicamento usado no tratamento de sintomas psicóticos, como alucinações e delírios.
Medicamento usado para controlar as oscilações de humor, comumente no tratamento do transtorno bipolar.
Processo de fornecer informações a um paciente e sua família sobre uma condição de saúde mental e seu tratamento.
Abordagem psicoterapêutica que trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos.
Presença simultânea de dois ou mais transtornos mentais em uma mesma pessoa.
Medicamento usado para aliviar a dor.
Medicamento usado para reduzir processos inflamatórios no organismo.
Medicamento usado para reduzir a febre.
Medicamento usado para controlar náuseas e vômitos.
Medicamento usado para aliviar espasmos musculares, especialmente do trato digestivo.
Medicamento que relaxa a musculatura das vias aéreas, facilitando a respiração.
Medicamento que reduz a capacidade do sangue de coagular, usado na prevenção e tratamento de trombose.
Medicamento que reduz a capacidade das plaquetas de se agregarem, prevenindo a formação de coágulos.
Medicamento que aumenta a eliminação de água e sódio pela urina, usado no tratamento de hipertensão e edemas.
Medicamento usado para reduzir a pressão arterial.
Medicamento usado para reduzir os níveis de glicose no sangue.
Medicamento com ação anti-inflamatória e imunossupressora, usado no tratamento de diversas condições.
Medicamento que reduz a actividade do sistema imunológico, usado em doenças autoimunes e transplantes.
Substância sem efeito farmacológico, usada em estudos clínicos para comparação com o efeito real de um medicamento.
Forma de administração de um medicamento por meio da boca, sendo engolido.
Forma de administração de um medicamento diretamente na corrente sanguínea, por meio de uma veia.
Forma de administração de um medicamento por injeção diretamente no músculo.
Forma de administração de um medicamento por injeção na camada de gordura sob a pele.
Forma de administração de um medicamento colocado debaixo da língua, para absorção rápida.
Forma de administração de um medicamento aplicado diretamente sobre a pele ou mucosa.
Documento que acompanha um medicamento, com informações sobre indicação, posologia, contraindicações e efeitos colaterais.
Reação indesejada que pode ocorrer com o uso de um medicamento, além do efeito terapêutico esperado.
Resposta exagerada do sistema imunológico a um medicamento, podendo variar de leve a grave.
Reação alérgica grave e potencialmente fatal, que pode causar dificuldade respiratória e queda súbita da pressão arterial.
Conjunto de efeitos nocivos causados pelo uso excessivo ou inadequado de um medicamento.
Cirurgia programada com antecedência, sem caráter de urgência.
Cirurgia que precisa ser realizada rapidamente devido ao risco imediato à vida ou à saúde do paciente.
Tipo de anestesia que promove perda total da consciência e da sensibilidade durante um procedimento.
Tipo de anestesia que bloqueia a sensibilidade apenas em uma área específica do corpo.
Tipo de anestesia que bloqueia a sensibilidade em uma região mais ampla do corpo, como um membro ou a parte inferior do corpo.
Técnica cirúrgica minimamente invasiva realizada por meio de pequenas incisões, com auxílio de câmera e instrumentos especiais.
Período após uma cirurgia em que o paciente é acompanhado até sua recuperação.
Processo natural de reparo dos tecidos após uma lesão ou cirurgia.
Abertura ou rompimento de uma sutura cirúrgica antes da cicatrização completa.
Infecção que ocorre na região onde foi realizado um procedimento cirúrgico.
Análise realizada em amostras biológicas, como sangue e urina, para auxiliar no diagnóstico e acompanhamento de doenças.
Conjunto de exames de sangue que avaliam os níveis de colesterol total, LDL, HDL e triglicerídeos.
Exame que mede o nível de glicose no sangue após um período de jejum, usado no rastreamento do diabetes.
Exame que avalia como o organismo processa a glicose após a ingestão de uma solução açucarada.
Exame de sangue usado como marcador de processos inflamatórios no organismo.
Exame de sangue usado como marcador inespecífico de inflamação no organismo.
Exames de sangue que avaliam enzimas do fígado, usados para investigar alterações hepáticas.
Exames de sangue usados para avaliar a função dos rins.
Exame que avalia a variação dos níveis de glicose no sangue ao longo do tempo após a ingestão de glicose.
Medida da concentração de partículas dissolvidas na urina, usada para avaliar a função renal e o estado de hidratação.
Exame que analisa uma amostra de fezes para identificar a presença de parasitas intestinais.
Exame que identifica microrganismos presentes em uma secreção, orientando o diagnóstico e o tratamento de infecções.
Exame que utiliza um aparelho com câmera para visualizar diretamente o interior de órgãos ou cavidades do corpo.
Exame de imagem que combina tomografia computadorizada com contraste para avaliar os vasos sanguíneos.
Exame de medicina nuclear que utiliza pequenas quantidades de material radioativo para avaliar o funcionamento de órgãos.
Exame de imagem que combina tomografia computadorizada com um traçador radioativo, usado principalmente em oncologia.
Substância administrada antes de alguns exames de imagem para melhorar a visualização de determinadas estruturas do corpo.
Episódios de choro intenso e recorrente em bebês saudáveis, geralmente nas primeiras semanas de vida, sem causa identificável.
Retorno do conteúdo gástrico ao esôfago, comum em bebês devido à imaturidade do esfíncter esofágico inferior.
Espessamento do músculo pilórico que obstrui a saída do estômago, causando vômitos em jato em lactentes.
Encaixe de um segmento do intestino dentro de outro, causando obstrução, comum em crianças pequenas.
Vasculite aguda da infância que pode afetar as artérias coronárias, caracterizada por febre prolongada e alterações mucocutâneas.
Vasculite que afeta pequenos vasos, comum em crianças, causando púrpura, dor abdominal e artrite.
Formação anormal da articulação do quadril presente ao nascimento ou que se desenvolve na infância.
Ausência de um ou ambos os testículos na bolsa escrotal, por não terem descido durante o desenvolvimento fetal.
Estreitamento do prepúcio que impede sua retração completa sobre a glande.
Perda involuntária de urina durante o sono em crianças além da idade em que se espera controle esfincteriano.
Infecção viral das vias aéreas inferiores, comum em lactentes, causando inflamação dos bronquíolos.
Infecção viral que causa inflamação da laringe e traqueia, com tosse característica e estridor.
Complicação inflamatória de uma infecção estreptocócica não tratada, que pode afetar coração, articulações e sistema nervoso.
Reação autoimune ao glúten que danifica a mucosa do intestino delgado.
Condição genética que predispõe a hemólise diante de certos medicamentos, alimentos ou infecções.
Doença genética que afeta as glândulas exócrinas, causando muco espesso nos pulmões e no sistema digestivo.
Condição genética causada pela presença de uma cópia extra do cromossomo 21.
Condição genética em que uma mulher nasce com apenas um cromossomo X completo.
Processo de orientação a famílias sobre riscos, herança e implicações de condições genéticas.
Exame que analisa o número e a estrutura dos cromossomos de uma pessoa.
Padrão de transmissão genética em que uma única cópia do gene alterado é suficiente para manifestar a condição.
Padrão de transmissão genética em que são necessárias duas cópias do gene alterado para manifestar a condição.
Alteração permanente na sequência do DNA que pode ser herdada ou adquirida.
Conjunto de efeitos nocivos causados pela exposição a substâncias tóxicas externas ao organismo.
Substância usada para neutralizar ou reduzir os efeitos de uma intoxicação.
Substância utilizada em casos de intoxicação para reduzir a absorção de certas toxinas pelo trato digestivo.
Envenenamento causado pela inalação de gás incolor e inodoro que reduz a capacidade do sangue de transportar oxigênio.
Quadro clínico causado pela inoculação de veneno por cobras, aranhas, escorpiões ou outros animais.
Medicamento usado para neutralizar o veneno de picadas de serpentes.
Resposta do sistema imunológico a uma proteína alimentar, podendo variar de leve a grave.
Exame que aplica pequenas quantidades de alérgenos na pele para identificar sensibilidades.
Anticorpo associado a reações alérgicas, cujos níveis podem ser medidos no sangue.
Grupo de doenças genéticas que comprometem o funcionamento do sistema imunológico desde o nascimento.
Condição em que o sistema imunológico ataca por engano os próprios tecidos do corpo.
Anticorpo produzido pelo sistema imunológico contra estruturas do próprio organismo.
Exame de sangue usado para rastrear doenças autoimunes, detectando anticorpos contra o núcleo das células.
Ocorrência de múltiplas lesões traumáticas em diferentes partes do corpo, geralmente com risco à vida.
Queda da pressão arterial causada pela perda significativa de sangue ou fluidos corporais.
Forma grave de choque causada por uma reação alérgica sistêmica intensa.
Queda da pressão arterial causada pela incapacidade do coração de bombear sangue suficiente.
Conjunto de manobras de emergência realizadas para restaurar a circulação e a respiração em caso de parada cardiorrespiratória.
Aplicação de um choque elétrico ao coração para reverter certos tipos de arritmia grave.
Situação clínica em que a ventilação ou a intubação do paciente apresenta obstáculos técnicos previstos ou inesperados.
Compressão do coração causada pelo acúmulo de líquido no espaço entre o coração e o pericárdio.
Aumento da pressão dentro de um compartimento muscular, comprometendo a circulação e a função dos tecidos.
Destruição do tecido muscular esquelético que libera seu conteúdo na corrente sanguínea, podendo lesar os rins.
Lesão térmica que afeta apenas a camada mais superficial da pele, causando vermelhidão.
Lesão térmica que atinge a derme, causando bolhas e dor intensa.
Lesão térmica que destrói todas as camadas da pele, podendo atingir tecidos mais profundos.
Processo de comprometimento respiratório causado pela submersão ou imersão em líquido.
Ingestão ou administração de uma quantidade de substância acima da dose considerada segura, podendo causar toxicidade grave.
Sequência padronizada de avaliação e manejo inicial do paciente politraumatizado.
Síndrome clínica caracterizada por perda de reserva funcional que aumenta a vulnerabilidade a eventos adversos de saúde.
Perda progressiva de massa e força muscular associada ao envelhecimento.
Alteração aguda e flutuante da atenção e da consciência, comum em idosos hospitalizados.
Evento não intencional em que a pessoa vai ao chão, um dos principais fatores de morbidade na população idosa.
Destruição progressiva do esmalte e da dentina causada pela ação de ácidos produzidos por bactérias.
Inflamação da gengiva, geralmente causada pelo acúmulo de placa bacteriana.
Doença inflamatória que afeta os tecidos de sustentação do dente, podendo levar à perda óssea e dentária.
Película formada por bactérias e restos alimentares que se acumula sobre os dentes.
Placa bacteriana calcificada que se adere firmemente à superfície dos dentes.
Hábito involuntário de ranger ou apertar os dentes, frequentemente durante o sono.
Conjunto de distúrbios que afetam a articulação da mandíbula e os músculos da mastigação.
Procedimento que remove o tecido interno danificado ou infectado do dente para preservá-lo.
Remoção cirúrgica de um dente do seu alvéolo ósseo.
Estrutura inserida cirurgicamente no osso maxilar para substituir a raiz de um dente perdido.
Dificuldade das veias das pernas de retornar o sangue ao coração de forma eficiente.
Ferida crônica na perna causada por má circulação venosa.
Dor nas pernas ao caminhar, causada por redução do fluxo sanguíneo arterial, que melhora com o repouso.
Estreitamento das artérias que reduz o fluxo sanguíneo para os membros, geralmente as pernas.
Exame que compara a pressão arterial no tornozelo e no braço para avaliar a circulação arterial periférica.
Exame de ultrassom que avalia o fluxo sanguíneo em artérias e veias.
Doença inflamatória crônica que afeta principalmente a coluna vertebral, causando rigidez progressiva.
Doença autoimune que afeta as glândulas responsáveis pela produção de saliva e lágrimas, causando secura.
Doença autoimune que causa espessamento e endurecimento da pele e, em alguns casos, de órgãos internos.
Condição inflamatória que causa dor e rigidez muscular, principalmente nos ombros e quadris, comum em idosos.
Inflamação dos vasos sanguíneos que pode afetar diferentes órgãos, dependendo do tipo e da extensão.
Rompimento da membrana do tímpano, podendo ocorrer por infecção, trauma ou pressão.
Crescimento anormal de pele no ouvido médio, que pode danificar estruturas próximas se não tratado.
Tipo comum de vertigem causada por deslocamento de pequenos cristais no ouvido interno.
Inflamação das pálpebras, geralmente na base dos cílios.
Infecção localizada de uma glândula da pálpebra, formando um nódulo doloroso.
Cisto inflamatório crônico de uma glândula da pálpebra, geralmente indolor.
Queda da pálpebra superior, que pode ser congênita ou adquirida.
Exame que mede a pressão intraocular.
Condição de saúde causada ou agravada pelas condições do trabalho exercido.
Dano auditivo progressivo causado pela exposição prolongada a ruídos intensos no ambiente de trabalho.
Conjunto de lesões musculoesqueléticas relacionadas a movimentos repetitivos ou posturas inadequadas no trabalho.
Termo que engloba doenças do sistema musculoesquelético associadas à actividade laboral.
Documento formal que registra a ocorrência de um acidente relacionado ao trabalho.
Avaliação médica realizada antes da contratação de um trabalhador, para verificar sua aptidão ao cargo.
Avaliação médica realizada no desligamento do trabalhador, para verificar sua condição de saúde ao final do vínculo.
Programa obrigatório que define os exames médicos e ações de saúde voltados à prevenção de doenças ocupacionais.
Especialidade que utiliza técnicas de imagem para guiar procedimentos minimamente invasivos, diagnósticos ou terapêuticos.
Procedimento que bloqueia intencionalmente um vaso sanguíneo para controlar sangramento ou reduzir o fluxo para um tumor.
Coleta de amostra de tecido orientada por ultrassom, tomografia ou outro método de imagem, para maior precisão.
Exame de ultrassom que avalia a velocidade e a direção do fluxo sanguíneo.
Técnica de imagem que mapeia a actividade cerebral por meio de alterações no fluxo sanguíneo.
Queda da pressão arterial causada pela perda do tônus vascular após lesão do sistema nervoso.
Resposta inflamatória generalizada do organismo a uma agressão, infecciosa ou não.
Comprometimento progressivo do funcionamento de dois ou mais sistemas orgânicos, geralmente em quadros graves.
Coloração amarelada da pele causada pelo bloqueio do fluxo normal de bile.
Redução ou interrupção do fluxo de bile do fígado para o intestino.
Doença infecciosa causada pelo parasita Trypanosoma cruzi, transmitida principalmente pelo inseto barbeiro.
Doença infecciosa causada por vermes do gênero Schistosoma, transmitida pelo contacto com água contaminada.
Infecção causada pelo parasita Toxoplasma gondii, que pode ser transmitida por alimentos contaminados ou contacto com fezes de gatos.
Doença infecciosa crônica causada por bactéria que afeta principalmente a pele e os nervos periféricos.
Infecção sexualmente transmissível causada por bactéria, que evolui em estágios se não tratada.
Infecção sexualmente transmissível causada por bactéria, que afeta principalmente as mucosas genitais.
Infecção sexualmente transmissível causada por bactéria, frequentemente assintomática.
Infecção sexualmente transmissível causada por vírus, que provoca lesões vesiculares na região genital.
Vírus sexualmente transmissível associado a verrugas genitais e a certos tipos de câncer.
Infecção causada pelo fungo Candida, que pode afetar a pele, mucosas e outras regiões do corpo.
Sequência de doses de vacina recomendada para garantir proteção adequada contra determinada doença.
Tipo de vacina que utiliza uma versão enfraquecida do agente infeccioso para estimular a imunidade.
Tipo de vacina que utiliza o agente infeccioso morto ou fragmentos dele para estimular a imunidade.
Proteção indireta contra uma doença infecciosa obtida quando uma parcela suficiente da população está imunizada.
Condição que afeta a qualidade, duração ou padrão do sono de uma pessoa.
Exame que monitora diversas funções do corpo durante o sono, usado para diagnosticar distúrbios como a apneia do sono.
Distúrbio do sono caracterizado por episódios de caminhar ou realizar outras actividades enquanto ainda dormindo.
Distúrbio neurológico crônico que causa sonolência excessiva e ataques súbitos de sono.
Dano físico decorrente da prática de actividade física ou esportiva.
Lesão cerebral traumática leve causada por impacto ou movimento brusco da cabeça.
Lesão de um dos principais ligamentos do joelho, comum em esportes com mudanças bruscas de direção.
Dano à cartilagem em formato de meia-lua localizada no joelho.
Lesão da pele que não cicatriza dentro do tempo esperado, geralmente além de quatro a seis semanas.
Técnica de tratamento de feridas que utiliza sucção controlada para estimular a cicatrização.
Remoção de tecido morto ou infectado de uma ferida para favorecer a cicatrização.
Administração de nutrientes diretamente no trato digestivo por meio de sonda, quando a alimentação oral não é possível ou suficiente.
Administração de nutrientes diretamente na corrente sanguínea, quando o trato digestivo não pode ser utilizado.
Condição resultante da ingestão insuficiente de nutrientes em relação às necessidades do organismo.
Condição causada por níveis insuficientes de vitamina D, associada a alterações ósseas e imunológicas.
Condição que pode causar anemia e alterações neurológicas, frequentemente associada a problemas de absorção.
Doença causada pela deficiência grave de vitamina C, que afeta a formação de colágeno.
Doença que afeta a mineralização óssea em crianças, geralmente causada por deficiência de vitamina D.
Termo geral para deficiência de uma ou mais vitaminas no organismo.
Deficiência da produção de todos ou da maioria dos hormônios da hipófise.
Condição causada pela deficiência ou resistência ao hormônio antidiurético, resultando em produção excessiva de urina diluída.
Tumor geralmente benigno das glândulas adrenais que produz excesso de hormônios relacionados ao estresse.
Produção insuficiente de hormônios sexuais pelas gônadas.
Início do desenvolvimento sexual em uma idade anterior à considerada normal.
Ausência ou atraso do desenvolvimento sexual em relação à idade esperada.
Conjunto de actividades voltadas à detecção, avaliação e prevenção de efeitos adversos de medicamentos.
Medicamento com a mesma substância ativa, dose e forma farmacêutica de um medicamento de referência, geralmente mais barato.
Medicamento que exige controle especial por apresentar risco de dependência ou uso indevido.
Relação entre a quantidade de um medicamento administrado e a intensidade do seu efeito no organismo.
Intervalo de dose de um medicamento em que ele é eficaz sem causar toxicidade.
Redução progressiva da resposta do organismo a um medicamento após uso continuado.
Aumento da frequência respiratória acima dos valores normais.
Redução da frequência respiratória abaixo dos valores normais.
Alteração da pressão arterial ou dos sintomas ao mudar da posição deitada para em pé.
Queda significativa da pressão arterial ao levantar-se, podendo causar tontura ou desmaio.
Distensão visível das veias do pescoço, associada a aumento da pressão venosa central.
Alargamento e arredondamento das pontas dos dedos, associado a doenças pulmonares ou cardíacas crônicas.
Resposta reflexa anormal do pé ao estímulo da sola, usada na avaliação neurológica.
Resistência ou dor ao flexionar o pescoço, sinal associado a irritação das meninges.
Técnica de exame que utiliza o estetoscópio para ouvir os sons respiratórios e identificar alterações.
Sons pulmonares anormais, curtos e descontínuos, associados a líquido ou secreção nas vias aéreas.
Sons pulmonares agudos e contínuos, típicos do estreitamento das vias aéreas, como na asma.
Sons pulmonares graves e contínuos, associados à presença de secreção em vias aéreas de maior calibre.
Som áspero na ausculta pulmonar causado pelo atrito entre as camadas inflamadas da pleura.
Técnica de exame físico em que se batem os dedos sobre o tórax para identificar alterações de densidade pulmonar.
Técnica de exame físico que usa as mãos para avaliar órgãos, massas e sensibilidade no abdome.
Sinal de exame físico em que a dor piora ao soltar rapidamente a pressão sobre o abdome, sugerindo irritação peritoneal.
Inflamação do peritônio, membrana que reveste a cavidade abdominal, geralmente uma emergência cirúrgica.
Quadro clínico de dor abdominal intensa e súbita que frequentemente exige avaliação cirúrgica de urgência.
Redução do fluxo sanguíneo para o intestino, podendo causar dano grave ao tecido intestinal.
Torção de uma alça intestinal sobre si mesma, que pode obstruir o intestino e comprometer sua irrigação sanguínea.
Comunicação anormal entre dois órgãos ou entre um órgão e a superfície do corpo.
Abertura cirúrgica criada para desviar o trânsito intestinal ou urinário para a superfície do corpo.
Procedimento cirúrgico que cria uma abertura do intestino grosso na parede abdominal para eliminação de fezes.
Procedimento cirúrgico que cria uma abertura do intestino delgado na parede abdominal para eliminação de fezes.
Abertura cirúrgica criada diretamente no estômago, geralmente para alimentação por sonda.
Formação sólida que se desenvolve na vesícula ou nos ductos biliares.
Inflamação ou infecção dos ductos biliares, geralmente causada por obstrução.
Dilatação anormal das veias do esôfago, geralmente associada à cirrose hepática, com risco de sangramento.
Aumento da pressão no sistema venoso porta, geralmente causado por doença hepática avançada.
Disfunção cerebral causada pelo acúmulo de toxinas que o fígado doente não consegue eliminar.
Cirurgia que substitui um fígado doente por um fígado saudável de doador.
Formação de cálculos em qualquer parte do trato urinário.
Técnica que utiliza ondas de choque para fragmentar cálculos, especialmente nos rins.
Dilatação anormal das veias do cordão espermático no escroto.
Rotação do testículo sobre seu próprio cordão, interrompendo o fluxo sanguíneo, uma emergência urológica.
Acúmulo de líquido ao redor do testículo, causando aumento do volume escrotal.
Dificuldade persistente em obter ou manter ereção suficiente para a actividade sexual.
Proteína cujos níveis no sangue são usados no rastreamento de alterações da próstata.
Cirurgia que remove parte da próstata através da uretra, geralmente para tratar hiperplasia benigna.
Neoplasia maligna que se origina nas células da glândula prostática.
Neoplasia maligna que se origina nas células dos pulmões, fortemente associada ao tabagismo.
Neoplasia maligna que se desenvolve no intestino grosso ou no reto.
Neoplasia maligna que se origina nas células da mama, mais comum em mulheres.
Neoplasia maligna que se desenvolve no colo do útero, fortemente associada à infecção pelo HPV.
Tipo de câncer de pele originado nas células basais ou escamosas, com menor risco de disseminação que o melanoma.
Aumento anormal do tecido mamário em homens, geralmente causado por desequilíbrio hormonal.
Formação palpável ou detectada por imagem no tecido mamário, que pode ser benigna ou maligna.
Inflamação do tecido mamário, comum durante a amamentação.
Tumor benigno comum da mama, formado por tecido fibroso e glandular.
Infecção fúngica da vagina causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida.
Desequilíbrio da flora vaginal normal causado pelo crescimento excessivo de certas bactérias.
Infecção que afeta os órgãos reprodutivos femininos, geralmente decorrente de uma IST não tratada.
Descida de um ou mais órgãos pélvicos, como bexiga, útero ou reto, em direção ao canal vaginal.
Método que utiliza hormônios sintéticos para prevenir a gravidez, como a pílula anticoncepcional.
Método contraceptivo inserido dentro do útero, podendo ser hormonal ou de cobre.
Procedimento cirúrgico que interrompe as trompas de falópio como método definitivo de contracepção.
Procedimento cirúrgico que interrompe os canais deferentes como método definitivo de contracepção masculina.
Técnica de reprodução assistida em que a fecundação do óvulo pelo espermatozoide ocorre fora do corpo.
Exame que detecta a presença do hormônio hCG na urina ou no sangue, indicando gestação.
Exame de ultrassom realizado no início da gestação para avaliar o risco de alterações cromossômicas no feto.
Procedimento que coleta líquido amniótico para análise genética ou diagnóstica durante a gravidez.
Condição em que a placenta se implanta próxima ou sobre o colo do útero, podendo causar sangramento na gravidez.
Separação da placenta da parede uterina antes do parto, uma emergência obstétrica.
Quantidade excessiva de líquido amniótico durante a gestação.
Quantidade reduzida de líquido amniótico durante a gestação.
Condição em que o feto não atinge o crescimento esperado para a idade gestacional.
Posição do feto em que as nádegas ou os pés estão voltados para o canal do parto, em vez da cabeça.
Incisão cirúrgica na região do períneo realizada durante o parto para facilitar a saída do bebê.
Perda sanguínea excessiva após o parto, uma das principais causas de morbidade materna.
Quadro depressivo que pode surgir nas semanas ou meses após o parto.
Classificação de recém-nascidos com peso inferior a 2.500 gramas ao nascimento.
Equipamento que mantém temperatura, umidade e oxigenação controladas para recém-nascidos prematuros ou de risco.
Dificuldade respiratória em recém-nascidos prematuros, causada pela imaturidade pulmonar.
Exame realizado nos primeiros dias de vida para detectar precocemente alterações auditivas no recém-nascido.
Exame realizado no recém-nascido para detectar precocemente alterações que possam comprometer a visão.
Exame que mede a oxigenação do sangue do recém-nascido para rastrear cardiopatias congênitas graves.
Condição não progressiva que afeta o movimento e a postura, causada por lesão no cérebro em desenvolvimento.
Condição caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual e nas habilidades adaptativas.
Dificuldade persistente em habilidades acadêmicas específicas, como leitura, escrita ou matemática.
Aquisição mais lenta que o esperado de habilidades motoras, cognitivas ou de linguagem na infância.
Conjunto de ações contínuas de coleta e análise de dados para monitorar a ocorrência de doenças em uma população.
Indicador que expressa o número de óbitos em relação a uma população em determinado período.
Indicador que expressa o número de casos de uma doença em relação a uma população em determinado período.
Indicador que mede o número de óbitos de crianças menores de um ano em relação aos nascidos vivos.
Indicador que mede o número de óbitos de mulheres por causas relacionadas à gravidez, parto ou puerpério.
Condições sociais, econômicas e ambientais que influenciam a saúde de indivíduos e populações.
Nível de cuidado voltado à promoção da saúde, prevenção de doenças e resolução dos problemas mais comuns da população.
Nível de cuidado que envolve especialidades médicas e exames de média complexidade.
Nível de cuidado de alta complexidade, geralmente prestado em hospitais especializados.
Conjunto de estratégias voltadas a melhorar a qualidade de vida e reduzir a vulnerabilidade a doenças.
Conjunto de intervenções voltadas a restaurar a função e a autonomia de uma pessoa após uma lesão ou doença.
Intervenção que ajuda pessoas a desenvolver ou recuperar habilidades para realizar actividades do dia a dia.
Área da saúde voltada à comunicação, voz, fala, linguagem, audição e funções orofaciais.
Pessoa, geralmente familiar, que presta cuidados a alguém dependente sem formação técnica formal.
Modalidade de assistência à saúde prestada no domicílio do paciente.
Uso de tecnologias de comunicação para prestar serviços de saúde à distância, incluindo consultas e monitoramento.
Consulta realizada com outro profissional para revisar um diagnóstico ou plano de tratamento já proposto.
Reunião de médicos convocada para avaliar em conjunto um caso clínico complexo ou situações administrativas específicas.
Documento em que o profissional de saúde declara a condição clínica do paciente para fins legais ou administrativos.
Documento técnico que descreve de forma detalhada a avaliação, os achados e as conclusões de um exame ou avaliação clínica.
Avaliação técnica realizada por médico para fins legais, previdenciários ou trabalhistas.
Condição física e mental que permite a uma pessoa exercer suas funções de trabalho.
Condição em que a pessoa está impossibilitada de exercer suas actividades habituais por período limitado, com possibilidade de recuperação.
Condição em que a pessoa perde de forma definitiva a capacidade de exercer determinadas actividades.
Registro clínico acessível por diferentes profissionais e instituições, permitindo continuidade do cuidado.
Lista de verificação padronizada usada antes, durante e após cirurgias para reduzir erros e complicações.
Evento que poderia ter causado dano ao paciente, mas foi interceptado antes de se concretizar.
Infecção adquirida durante o atendimento em serviços de saúde, sem relação com a doença que motivou a internação.
Prática de lavar ou friccionar as mãos com produtos apropriados para reduzir a transmissão de microrganismos.
Dispositivo ou vestimenta usado por profissionais de saúde para reduzir o risco de exposição a agentes biológicos ou químicos.
Conjunto de medidas de isolamento usadas para prevenir a transmissão de microrganismos por contacto direto ou indireto.
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